Saudades... há muitas!
Tipos diferentes e alturas distintas...
Há também desejo..
Tantas vezes escondido num inocente beijo...
Há pessoas...
Que inevitavelmente ganham espaço...
Há alguém...
Que deixou este vidro baço...
Este reflexo que vejo...
Não é mais que eu em duplicado...
Até poderia parecer outro alguém,
Mas eu ficaria bastante agitado.
Há momentos e alturas,
Todos eles tão dispares...
Há toques e doçuras,
Que só teem sentido aos pares.
sábado, 14 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Tinha já escrito mais de mil palavras... quando de repente... puffff... não sei que atalho terei utilizado mas tudo o que tinha escrito até então não estava lá!
Comecei a escrever eram ainda perto das 05:40 e são neste momento 07:12, levei cerca de 10 minutos para decidir se voltaria a escrever ou não e se sim, se seria pelo mesmo tópico...
Faço referência à pontuação na vida... agora desculpem mas os floriados ficaram no outro texto... referências a Saramago e faltas de virgulas em situações levaram-me a olhar para este texto com uma crueza, um desdém amargo de insatisfação e ofensa, de perjurio e indignação... falava da necessidade da pontuação na nossa vida, do saber meter uma virgula e não nos apressarmos nos pontos finais, no saber meter pontos finais e de exclamação quando estavamos já habituados às reticências... há, como em tudo na vida, que ter equilibrio! Esse equilibrio, apesar de frágil e feito por nós, assenta-se naquilo que esperamos de algumas pessoas da nossa vida, nas reacções esperadas dos que nos rodeiam, das expectativas em geral, que quando defraudadas, podem afectar de alguma forma o nosso fragil equilibrio...
Dizia também no meu texto, que fechar capitulos não é fácil... que aplicar pontos finais quando o que queremos mesmo é prolongar as reticências... não só não é fácil, como é bem penoso. A nostalgia e melancolia que este acto acarreta, entristece e por momentos, tudo o resto fica disforme e sem sabor.. numa deriva permanente de direcção e sentido... ir contro o que se deseja profundamente, apenas porque pensamos que agimos da melhor forma no futuro... assim como que nos mata a vontade, dilacera o desejo e nos retira a vontade de sorrir...
Mas fechar capitulos é isso mesmo, é a aceitação que assumimos que nada mais há a fazer que não tenha já sido feito, é o assumir da culpa da desistencia que praticamos... é a tristeza em personagem fisica... é a morte de uma pequena e infima parte de nós que poderia ter sido muito mais do que aquilo que foi...
http://youtu.be/KHytuO8xVkw
Comecei a escrever eram ainda perto das 05:40 e são neste momento 07:12, levei cerca de 10 minutos para decidir se voltaria a escrever ou não e se sim, se seria pelo mesmo tópico...
Faço referência à pontuação na vida... agora desculpem mas os floriados ficaram no outro texto... referências a Saramago e faltas de virgulas em situações levaram-me a olhar para este texto com uma crueza, um desdém amargo de insatisfação e ofensa, de perjurio e indignação... falava da necessidade da pontuação na nossa vida, do saber meter uma virgula e não nos apressarmos nos pontos finais, no saber meter pontos finais e de exclamação quando estavamos já habituados às reticências... há, como em tudo na vida, que ter equilibrio! Esse equilibrio, apesar de frágil e feito por nós, assenta-se naquilo que esperamos de algumas pessoas da nossa vida, nas reacções esperadas dos que nos rodeiam, das expectativas em geral, que quando defraudadas, podem afectar de alguma forma o nosso fragil equilibrio...
Dizia também no meu texto, que fechar capitulos não é fácil... que aplicar pontos finais quando o que queremos mesmo é prolongar as reticências... não só não é fácil, como é bem penoso. A nostalgia e melancolia que este acto acarreta, entristece e por momentos, tudo o resto fica disforme e sem sabor.. numa deriva permanente de direcção e sentido... ir contro o que se deseja profundamente, apenas porque pensamos que agimos da melhor forma no futuro... assim como que nos mata a vontade, dilacera o desejo e nos retira a vontade de sorrir...
Mas fechar capitulos é isso mesmo, é a aceitação que assumimos que nada mais há a fazer que não tenha já sido feito, é o assumir da culpa da desistencia que praticamos... é a tristeza em personagem fisica... é a morte de uma pequena e infima parte de nós que poderia ter sido muito mais do que aquilo que foi...
http://youtu.be/KHytuO8xVkw
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Já não quero escrever!
Pois como adagas envenenadas,
Um simples raspão, mina este coração...
E para que sofrer de amor?
Quando tudo o que trás,
São promessas vãs, solidão e dor...
Escrever sobre isto então...
E a dor que se rasga no peito,
Com as recordações desse leito.
As palavras carregam-se de significado,
Mesmo não querendo mostrar seu peso,
Demonstram meu estado alterado,
E as feridas num coração antes ileso!
São elas que sempre se manterão inalteráveis,
Com o passar do tempo, nada mudará nesta folha.
A tinta esbater-se-á mas permanecem imutáveis,
Significado distinto para quem as colha...
Escorrem como se água fosse,
Neste riacho seco de amor...
E podem até parecer doce...
Não carregassem elas tanta dor...
Pois como adagas envenenadas,
Um simples raspão, mina este coração...
E para que sofrer de amor?
Quando tudo o que trás,
São promessas vãs, solidão e dor...
Escrever sobre isto então...
E a dor que se rasga no peito,
Com as recordações desse leito.
As palavras carregam-se de significado,
Mesmo não querendo mostrar seu peso,
Demonstram meu estado alterado,
E as feridas num coração antes ileso!
São elas que sempre se manterão inalteráveis,
Com o passar do tempo, nada mudará nesta folha.
A tinta esbater-se-á mas permanecem imutáveis,
Significado distinto para quem as colha...
Escorrem como se água fosse,
Neste riacho seco de amor...
E podem até parecer doce...
Não carregassem elas tanta dor...
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Things can get so strange... so fast!
It seams when you least expect it... you're running down a rollercoaster with no brake lever, stop on sight, or arm to hold on to... but that's life, the rush is what keeps the taste of life in our tongues, as spicy as ever!
Time as been splitting up the notions one has... it somehow, brakes the void and reaches in, deep within our chests to light a long lost fire once lit... it's something no person controls, it's a feeling slowly heating up our souls...
Souvenirs keep pilling up on memories, and we should remember them in future ocasions.
Time as been splitting up the notions one has... it somehow, brakes the void and reaches in, deep within our chests to light a long lost fire once lit... it's something no person controls, it's a feeling slowly heating up our souls...
Souvenirs keep pilling up on memories, and we should remember them in future ocasions.
domingo, 11 de dezembro de 2011
As lágrimas são lavadas,
Pela chuva incessante...
As saudades redobradas,
Num suspiro ausente.
Percorres-me num sopro,
Que me arrepia devagar...
Receio um outro logro,
Que me possa magoar!
Mesmo assim sorrio com vontade,
E silencioso me deixo ficar...
Não mostro a ninguém esta saudade,
Para ninguém ma cobiçar...
Agora até o silencio é vantagem,
Neste monólogo desnecessário...
Ambiciono a minha ansiada viagem,
Num destino pouco arbitrário...
Pela chuva incessante...
As saudades redobradas,
Num suspiro ausente.
Percorres-me num sopro,
Que me arrepia devagar...
Receio um outro logro,
Que me possa magoar!
Mesmo assim sorrio com vontade,
E silencioso me deixo ficar...
Não mostro a ninguém esta saudade,
Para ninguém ma cobiçar...
Agora até o silencio é vantagem,
Neste monólogo desnecessário...
Ambiciono a minha ansiada viagem,
Num destino pouco arbitrário...
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Como tudo na vida... o inesperado surge até quando o esperamos e tantas vezes nos faz rasteiras...
Não posso julgar nem tentar dissecar atitudes, especialmente quando as atitudes e acções... não são minhas... posso apenas tentar compreender que tudo o que fazemos de alguma forma especifica nos conforta, que o mais pequeno desaire tantas vezes, nos surpreende e esboçamos um sorriso ao pensar nele, ao invés de acharmos que o arrependimento será o sentimento comum. Há... sempre houve... acções que perduram, atitudes que se vincam, palavras... palavras que carregam todos estes significados podem ser subentendidas, mal interpretadas e muitas vezes levadas a extremos não coniventes com o que na realidade queriamos dizer.
A relação humana é algo muito curioso, algo que nos ensinará ao longo da nossa vida toda, e mesmo assim, cada pessoa sendo unica e individual, uma vida não chegaria para que conseguissemos compreender todos os factores de influência que determinam as acções ou atitudes.
Não posso julgar nem tentar dissecar atitudes, especialmente quando as atitudes e acções... não são minhas... posso apenas tentar compreender que tudo o que fazemos de alguma forma especifica nos conforta, que o mais pequeno desaire tantas vezes, nos surpreende e esboçamos um sorriso ao pensar nele, ao invés de acharmos que o arrependimento será o sentimento comum. Há... sempre houve... acções que perduram, atitudes que se vincam, palavras... palavras que carregam todos estes significados podem ser subentendidas, mal interpretadas e muitas vezes levadas a extremos não coniventes com o que na realidade queriamos dizer.
A relação humana é algo muito curioso, algo que nos ensinará ao longo da nossa vida toda, e mesmo assim, cada pessoa sendo unica e individual, uma vida não chegaria para que conseguissemos compreender todos os factores de influência que determinam as acções ou atitudes.
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