Os segundos arrastam-se como em tantas coisas que não temos vontade de fazer...
A disposição não melhora, talvez por te procurar em cada virar de cara, em cada sala preenchida...
O aperto comprime-me a capacidade de tomar ar, mas a vontade é ir ter contigo a correr...
E nesta temperatura doida ao sol, não consigo ver a minha vontade concedida...
Tão perto mas no entanto, tão longe... não te vejo, mas sinto-te todas as noites que os olhos fecho,
Quando cerro as portas do sentido da visão... parece que se abrem outras vias... as do...
E continuo a amaldiçoar os minutos, as horas, a noite, os dias... troco tudo por um beijo!
Pois não quero nunca resignar-me a esta distância, a não ter teu beijo ou a tal ficar habituado...
A casa essa já nem se reconhece... no caos organizado em que se encontra...
Perco vontade de tudo fazer numa displacência que não reconheço em mim...
Até o giga reclama comigo em forma que me surpreende e confronta,
Serei eu que tenho de encontrar a coragem de mudar por fim?
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
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