Fui correr,
Fui correr para expirar,
Para inspirar novos começos...
E mudar...
Temos receio da mudança...
Como povo ignorante.
Pois como o tempo avança,
Há pessoas mais avante...
Mas ela vem de qualquer maneira,
Umas vezes forte outras nem tanto.
Como uma brincadeira,
Adaptamo-nos sem alento...
De que vai ser assim sempre,
Sem controle algum...
E mesmo que alma tente,
Não resta nem dois nem um,
Tudo o que foi vai voltar,
Quando menos esperarmos...
Bocas de sino agora estão a faltar,
Aposto que ainda as vemos.
Mas os amores são para destruir,
Senão são eles que nos minam o futuro,
Avançar a olhar para um passado a ruir...?
Não vale a pena, serás impuro!
Viramos o interior para fora,
Mudamos com intenção...
Mas depois metade vai-se embora,
Ficam os pedaços no chão...
Como um caco sinto-me sem propósito,
Quando já fui Uno...
E assim agora deposito...
Fé nessa mudança seu gatuno.
Foste a força da desilusão,
Por conseguires tal afastamento.
Fiquei a segurar o coração na mão,
E perpetua-se na minha mente esse momento.
sexta-feira, 13 de julho de 2018
quinta-feira, 12 de julho de 2018
Já chega de dar...
Sou alma que não conhece o mal,
Sou reflexo da falta de importância material...
Dou sem pensar sequer em receber,
Mas não sei porquê não consigo esquecer...
Como de livre vontade dou e gosto de dar,
Há algumas pessoas a aproveitar...
Eu, idiota por acreditar na bondade,
Não procuro razões nem justificações de idade.
Abria o peito e deixava quem amava servir-se,
Até que houve alguém que tirou tudo e ficou a rir-se...
O peito já não anda cheio,
Sem valor, sem vontade, sinto-me feio...
Contrario o que a minha mente me obriga...
Essa tua imagem que me fustiga.
E levanto a cabeça sem direcção...
Obrigando-me a fugir do chão.
Dizem que não tenho desejos grandes,
Mas eu tenho desejos gigantes...
Enquanto vocês querem é viajar e gastar,
Sou ser que procuro amar e acarinhar.
O conhecimento do sitio onde estamos é relevante,
Mas se apenas vivemos uma vez, amar é mais importante!
Acordar com um sonho, olhar para o lado e sorrir,
Pois não há nada melhor na vida que o que está para vir...
Aquele amor que dói na distância,
Ou apenas sentir numa hora a tua ausência...
Vou continuar a tentar melhorar no interior,
Agora que cada vez mais conheço a dor...
É na volta o que preciso, abraçar esta dor e ensinar,
Que a vida não é para amar...
Sou reflexo da falta de importância material...
Dou sem pensar sequer em receber,
Mas não sei porquê não consigo esquecer...
Como de livre vontade dou e gosto de dar,
Há algumas pessoas a aproveitar...
Eu, idiota por acreditar na bondade,
Não procuro razões nem justificações de idade.
Abria o peito e deixava quem amava servir-se,
Até que houve alguém que tirou tudo e ficou a rir-se...
O peito já não anda cheio,
Sem valor, sem vontade, sinto-me feio...
Contrario o que a minha mente me obriga...
Essa tua imagem que me fustiga.
E levanto a cabeça sem direcção...
Obrigando-me a fugir do chão.
Dizem que não tenho desejos grandes,
Mas eu tenho desejos gigantes...
Enquanto vocês querem é viajar e gastar,
Sou ser que procuro amar e acarinhar.
O conhecimento do sitio onde estamos é relevante,
Mas se apenas vivemos uma vez, amar é mais importante!
Acordar com um sonho, olhar para o lado e sorrir,
Pois não há nada melhor na vida que o que está para vir...
Aquele amor que dói na distância,
Ou apenas sentir numa hora a tua ausência...
Vou continuar a tentar melhorar no interior,
Agora que cada vez mais conheço a dor...
É na volta o que preciso, abraçar esta dor e ensinar,
Vamos levantar paredes....
A faca já entrou,
Já não dá para voltar atrás...
Como se esperava já sangrou,
Pois é isso que o amor faz...
Agora aqui deitado no chão,
Ainda na esperança que voltes...
Apanho os pedaços do meu coração,
Que ainda palpitam soltos.
Mas o peito está escancarado,
Cada vez que os encaixo...
Cai cada um para o seu lado.
Nem consigo sair daqui de baixo.
O chão é apenas uma passagem,
Já que a respiração há-de parar...
E começo a ver a miragem,
Da porta abrir e tu a chegar...
Que venha já o final que anseio...
Apressa-te tempo para me levares.
Pois não houve pessoa que veio,
Impedir a faca que meti de me matares...
Sei que te culpo a ti,
E eu fico isente de culpa pensas tu.
Verdade foi tudo o que eu senti,
Nunca me disfarcei ao contrário de ti, estava nu.
Anulei quem era em milhões de maneiras,
Aceitei programas de família que não eram meus...
Gastei mais que tu em todas estas feiras,
Fui a todas, até as de família dos teus.
Devido ao que se passou,
Criei um muro bem mais grosso à minha volta...
Sei que o tempo não voltou,
Mas não entra mais nenhuma à solta!
Que se foda o amor e a cumplicidade,
Para quê abrir as portas de casa para entrar violência?
Já não tenho paciência nem vontade...
Prefiro que o amor mantenha a sua ausência!
Já não dá para voltar atrás...
Como se esperava já sangrou,
Pois é isso que o amor faz...
Agora aqui deitado no chão,
Ainda na esperança que voltes...
Apanho os pedaços do meu coração,
Que ainda palpitam soltos.
Mas o peito está escancarado,
Cada vez que os encaixo...
Cai cada um para o seu lado.
Nem consigo sair daqui de baixo.
O chão é apenas uma passagem,
Já que a respiração há-de parar...
E começo a ver a miragem,
Da porta abrir e tu a chegar...
Que venha já o final que anseio...
Apressa-te tempo para me levares.
Pois não houve pessoa que veio,
Impedir a faca que meti de me matares...
Sei que te culpo a ti,
E eu fico isente de culpa pensas tu.
Verdade foi tudo o que eu senti,
Nunca me disfarcei ao contrário de ti, estava nu.
Anulei quem era em milhões de maneiras,
Aceitei programas de família que não eram meus...
Gastei mais que tu em todas estas feiras,
Fui a todas, até as de família dos teus.
Devido ao que se passou,
Criei um muro bem mais grosso à minha volta...
Sei que o tempo não voltou,
Mas não entra mais nenhuma à solta!
Que se foda o amor e a cumplicidade,
Para quê abrir as portas de casa para entrar violência?
Já não tenho paciência nem vontade...
Prefiro que o amor mantenha a sua ausência!
terça-feira, 10 de julho de 2018
Como o tempo teima em persistir...
O peito aberto com um bater pálido,
Insiste em me manter vivo...
Mas a vontade é forte, o desejo real...
A forma como as minhas mãos tremem,
As lágrimas que escorrem...
Sem propósito, não me levanto...
Os lençóis manchados do sal das lágrimas estão duros...
Mais duros que o meu espírito encarquilhado e triste.
Lembro-me de ti pai,
Das vezes todas que me disseste que eu é que era tudo...
Nunca acreditei em ti...
Acho que continuo a tentar mas...
Se mais ninguém acredita nisso,
Como poderá ser verdade..?
Há pessoas que me rodeiam num bater de sensações,
Há pessoas que se acham remédio para males,
Mas quem sou eu para ser diagnosticado por quem não me conhece?
Quem diz que preciso de alguém que não eu próprio...?
Eu! Apenas eu...
Aprende de uma vez a caíres para não doer tanto quando te levantas Mike...
O peito aberto com um bater pálido,
Insiste em me manter vivo...
Mas a vontade é forte, o desejo real...
A forma como as minhas mãos tremem,
As lágrimas que escorrem...
Sem propósito, não me levanto...
Os lençóis manchados do sal das lágrimas estão duros...
Mais duros que o meu espírito encarquilhado e triste.
Lembro-me de ti pai,
Das vezes todas que me disseste que eu é que era tudo...
Nunca acreditei em ti...
Acho que continuo a tentar mas...
Se mais ninguém acredita nisso,
Como poderá ser verdade..?
Há pessoas que me rodeiam num bater de sensações,
Há pessoas que se acham remédio para males,
Mas quem sou eu para ser diagnosticado por quem não me conhece?
Quem diz que preciso de alguém que não eu próprio...?
Eu! Apenas eu...
Aprende de uma vez a caíres para não doer tanto quando te levantas Mike...
quinta-feira, 28 de junho de 2018
Como já disse anteriormente...
Tenho saudades de sentir...
Se a alegria não está presente...
Questiono que faço no mundo...
O cansaço tomou conta de mim,
A força abandonou esta alma...
E quedo-me aqui, assim...
A procurar na tua alma a minha calma.
A deliberar sobre tudo o que foi dito,
Todos os olhares e inseguranças...
De tudo o que li da tua mensagem... não repito!
E não foram dirigidas a mim essas lanças.
De mim falavam mal e assim o farão no futuro.
É pessoa que já foi minha mãe...
Mas com ela aprendi a ser duro.
E a aceitar o que com a vida vem.
Pois tu com a vida vais,
Não vale a pena voltares para a desilusão de filho que sou.
Não preciso de ti, nem do que tu "pensas" que me ajudas...
Podes seguir viagem... vai criar mais filhos como tens vindo a fazer...
Com o mais velho para dar exemplo, ajudar em casa e porrada receber,
Enquanto todos os outros derivam no que tu pensas
Tenho saudades de sentir...
Se a alegria não está presente...
Questiono que faço no mundo...
O cansaço tomou conta de mim,
A força abandonou esta alma...
E quedo-me aqui, assim...
A procurar na tua alma a minha calma.
A deliberar sobre tudo o que foi dito,
Todos os olhares e inseguranças...
De tudo o que li da tua mensagem... não repito!
E não foram dirigidas a mim essas lanças.
De mim falavam mal e assim o farão no futuro.
É pessoa que já foi minha mãe...
Mas com ela aprendi a ser duro.
E a aceitar o que com a vida vem.
Pois tu com a vida vais,
Não vale a pena voltares para a desilusão de filho que sou.
Não preciso de ti, nem do que tu "pensas" que me ajudas...
Podes seguir viagem... vai criar mais filhos como tens vindo a fazer...
Com o mais velho para dar exemplo, ajudar em casa e porrada receber,
Enquanto todos os outros derivam no que tu pensas
quarta-feira, 27 de junho de 2018
Tenho saudades de sentir...
Tenho falta de me sentir desejado e de querer rir.
A ambição condicionou o futuro,
A falta de ambição é algo duro!
O dinheiro apenas é um meio para um fim,
Porque o que realmente queria era não ficar assim.
Gastei mais do que devia,
Senti e sinto mais do que alegria...
Os dias foram passando,
O tempo arrastou-se...
Enquanto eu ia mudando,
Tu não largaste o osso...
Mas assim que soubeste do fim do dinheiro,
Ou do prenuncio anunciado.
Não foi comigo que quiseste ficar,
E já não te levo a mal por isso.
Levo por me dizeres que agora sabes o que é amar...
Depois de me partires na cara este feitiço...
E me deixares sozinho em mar alto a flutuar.
Não penses que és tu que ficas por cima,
Podes ter sido quem eu julgava amar...
Mas acabo em mim esta rima,
Para te dizer que eu aprendi a relevar.
Tenho falta de me sentir desejado e de querer rir.
A ambição condicionou o futuro,
A falta de ambição é algo duro!
O dinheiro apenas é um meio para um fim,
Porque o que realmente queria era não ficar assim.
Gastei mais do que devia,
Senti e sinto mais do que alegria...
Os dias foram passando,
O tempo arrastou-se...
Enquanto eu ia mudando,
Tu não largaste o osso...
Mas assim que soubeste do fim do dinheiro,
Ou do prenuncio anunciado.
Não foi comigo que quiseste ficar,
E já não te levo a mal por isso.
Levo por me dizeres que agora sabes o que é amar...
Depois de me partires na cara este feitiço...
E me deixares sozinho em mar alto a flutuar.
Não penses que és tu que ficas por cima,
Podes ter sido quem eu julgava amar...
Mas acabo em mim esta rima,
Para te dizer que eu aprendi a relevar.
segunda-feira, 10 de julho de 2017
A cada passo que dou, pontapeio fragmentos do meu coração.
O chão parece limpo mas está rubro de sangue.
Na falta que me fazes, no buraco que deixaste...
Relembro os tempos em que me pedias para irmos para a praia e eu ria por te achar demasiado humano.
Ou quando chegávamos à ponte e começavas a passar-te por sentires o mar ali tão perto.
Quando tínhamos o Cigone e andavas tipo Comandante sempre na proa de peito inchado e te jogavas para a frente do barco (mesmo em andamento).
Fechaste os olhos nos mimos que sempre tiveste e sempre exigiste de todos... e todos se lembram de ti e da tua doçura.
Hoje, acordei não a pensar que tinha de te levar à rua... acordei à espera de te ouvir, porque o peso que tinha no peito não me deixavam procurar-te pela casa nem levantar-me da cama.
Houve tanta gente que sempre te vai recordar como o cão mais meigo e dócil de sempre...
Eu, vou recordar-te como meu melhor amigo... passámos muita coisa juntos... passaram algumas pessoas pela tua vida que foram trazidas por mim mas que te carregaram a ti no coração também.
Ainda hoje recebo mensagens a dizer que tu tiveste uma vida boa e que talvez por ter sido tão feliz é que chegaste aos quase 16 anos.
O Doggy Heaven ficou mais rico contigo Giga e o mundo aqui em baixo mais pobre....
O chão parece limpo mas está rubro de sangue.
Na falta que me fazes, no buraco que deixaste...
Relembro os tempos em que me pedias para irmos para a praia e eu ria por te achar demasiado humano.
Ou quando chegávamos à ponte e começavas a passar-te por sentires o mar ali tão perto.
Quando tínhamos o Cigone e andavas tipo Comandante sempre na proa de peito inchado e te jogavas para a frente do barco (mesmo em andamento).
Fechaste os olhos nos mimos que sempre tiveste e sempre exigiste de todos... e todos se lembram de ti e da tua doçura.
Hoje, acordei não a pensar que tinha de te levar à rua... acordei à espera de te ouvir, porque o peso que tinha no peito não me deixavam procurar-te pela casa nem levantar-me da cama.
Houve tanta gente que sempre te vai recordar como o cão mais meigo e dócil de sempre...
Eu, vou recordar-te como meu melhor amigo... passámos muita coisa juntos... passaram algumas pessoas pela tua vida que foram trazidas por mim mas que te carregaram a ti no coração também.
Ainda hoje recebo mensagens a dizer que tu tiveste uma vida boa e que talvez por ter sido tão feliz é que chegaste aos quase 16 anos.
O Doggy Heaven ficou mais rico contigo Giga e o mundo aqui em baixo mais pobre....
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