sábado, 22 de setembro de 2012
sábado, 15 de setembro de 2012
Já ouvi muitas vezes falar...
De circunstâncias que nos impedem de avançar.
Como muitas delas nos causam dor...
Ou coisas simples como bloqueio de escritor.
Houve afirmações (talvez) infundadas...
De vozes da raiva em almas conturbadas.
Afirmando o bloqueio em altura serena,
Mas se assim fosse... seria realmente uma pena.
Pois que melhor altura para escrever,
Que quando a alma apenas sorri, sem sofrer?
Que melhor altura para apreciar...
Os prazeres que o amor pode providenciar?
Gostava de conseguir exprimir...
O sorriso da madrugada.
Mas palavras seria mentir.
Felicidade na alvorada...
Sei que por ti seria de evitar,
O crepusculo... o despertar...
Mas para mim é acordar a sorrir...
Por estares ali, por te sentir.
Talvez por isso não consiga dormir,
Por ter tanta vontade de te fazer rir...
Ou por tanto ambicionar,
Um primeiro acordar no nosso lar.
A velocidade é algo que me fascina,
Gostaria de apressar o tempo...
Um ano num piscar de olhos, imagina!
E a nossa interacção em aumento...
Um breve vislumbre do que seria...
A matilha de cães, uma selvajaria!
O acordar doce, o sol já alto...
E o cheiro do quarto ao lado a talco.
Será criar sorrisos em crescendo,
Com ensurdecedor riso matinal...
E esses olhos noutros nossos de momento,
Esquecerá tudo que a manhã faz de mal.
De circunstâncias que nos impedem de avançar.
Como muitas delas nos causam dor...
Ou coisas simples como bloqueio de escritor.
Houve afirmações (talvez) infundadas...
De vozes da raiva em almas conturbadas.
Afirmando o bloqueio em altura serena,
Mas se assim fosse... seria realmente uma pena.
Pois que melhor altura para escrever,
Que quando a alma apenas sorri, sem sofrer?
Que melhor altura para apreciar...
Os prazeres que o amor pode providenciar?
Gostava de conseguir exprimir...
O sorriso da madrugada.
Mas palavras seria mentir.
Felicidade na alvorada...
Sei que por ti seria de evitar,
O crepusculo... o despertar...
Mas para mim é acordar a sorrir...
Por estares ali, por te sentir.
Talvez por isso não consiga dormir,
Por ter tanta vontade de te fazer rir...
Ou por tanto ambicionar,
Um primeiro acordar no nosso lar.
A velocidade é algo que me fascina,
Gostaria de apressar o tempo...
Um ano num piscar de olhos, imagina!
E a nossa interacção em aumento...
Um breve vislumbre do que seria...
A matilha de cães, uma selvajaria!
O acordar doce, o sol já alto...
E o cheiro do quarto ao lado a talco.
Será criar sorrisos em crescendo,
Com ensurdecedor riso matinal...
E esses olhos noutros nossos de momento,
Esquecerá tudo que a manhã faz de mal.
domingo, 9 de setembro de 2012
Acho realmente engraçado como a vida tem a audácia de nos dar um chuto no cú de vez em quando para nos lembrar das coisas que antes diziamos com tanta segurança (possivelmente apenas nós acreditávamos no que diziamos) e certeza... mesmo quando outras pessoas que na altura, importantes ou não, nos vinham dizer, acredita em mim... passa-se isto e isto e nós cegamente não queriamos ver...
Curioso... no minimo... mas mais engraçado é o sarcasmo que a vida tem que é inegável e bem visivel!
Ao mesmo tempo que escrevo isto começou a House of Cards dos Radiohead... escolha aleatória na minha selecção musical do dia de hoje... engraçado... como podemos construir um templo, uma casa com fundações (pensamos nós) fortes, para com um sopro tudo ser derrubado, para com uma mudança de direcção se desmoronar num ápice...
Houve poucas coisas que o meu Pai me ensinou no decorrer da (para mim) pouca interacção que tivémos... foi das mais importantes... ensinou-me a levantar. De queixo erguido e costas direitas, orgulhoso do caminho que fiz, da queda que dei, da aprendizagem que absorvi e entrosei, e consciente de todos os pontos até à própria queda.
Houve em tempos conselhos fornecidos por pessoas importantes aquando da minha partida para outros paises... toma cuidado... não te metas em sarilhos... afasta-te de situações melindrosas, mesmo que tenhas razão...e mete-te apenas na tua vida.... hoje em dia, prefiro pensar que cometi erros, que aprendi com eles, que cai inumeras vezes, mas que sempre voltei a ficar de pé...
Thanks Dad! :-)
Curioso... no minimo... mas mais engraçado é o sarcasmo que a vida tem que é inegável e bem visivel!
Ao mesmo tempo que escrevo isto começou a House of Cards dos Radiohead... escolha aleatória na minha selecção musical do dia de hoje... engraçado... como podemos construir um templo, uma casa com fundações (pensamos nós) fortes, para com um sopro tudo ser derrubado, para com uma mudança de direcção se desmoronar num ápice...
Houve poucas coisas que o meu Pai me ensinou no decorrer da (para mim) pouca interacção que tivémos... foi das mais importantes... ensinou-me a levantar. De queixo erguido e costas direitas, orgulhoso do caminho que fiz, da queda que dei, da aprendizagem que absorvi e entrosei, e consciente de todos os pontos até à própria queda.
Houve em tempos conselhos fornecidos por pessoas importantes aquando da minha partida para outros paises... toma cuidado... não te metas em sarilhos... afasta-te de situações melindrosas, mesmo que tenhas razão...e mete-te apenas na tua vida.... hoje em dia, prefiro pensar que cometi erros, que aprendi com eles, que cai inumeras vezes, mas que sempre voltei a ficar de pé...
Thanks Dad! :-)
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Deixei-te na cama...
E foi bem dificil de lá sair.
Depois de tão pouco tempo,
A tentar dormir em desespero.
Já sai daí há tanto tempo...
E anseio o regresso a esse conforto.
E depois de ver tantas pessoas,
Mais desejo o teu olhar, esse rosto.
Bocejando de seguida...
Procuro algo a que agarrar a atenção,
E fosse eu mesmo músico a sério...
Que assim concluia a tua canção.
Será cantada por muito mais tempo,
E espero que nem seja terminada...
Pois só de tocar dá-me alento,
E a nossa história nem começou a ser contada...
A forma como me perco em ti,
Os desejos que me avassalam perdidos...
A minha partida e o que senti...
Perdi e ganhei todos os sentidos.
E foi bem dificil de lá sair.
Depois de tão pouco tempo,
A tentar dormir em desespero.
Já sai daí há tanto tempo...
E anseio o regresso a esse conforto.
E depois de ver tantas pessoas,
Mais desejo o teu olhar, esse rosto.
Bocejando de seguida...
Procuro algo a que agarrar a atenção,
E fosse eu mesmo músico a sério...
Que assim concluia a tua canção.
Será cantada por muito mais tempo,
E espero que nem seja terminada...
Pois só de tocar dá-me alento,
E a nossa história nem começou a ser contada...
A forma como me perco em ti,
Os desejos que me avassalam perdidos...
A minha partida e o que senti...
Perdi e ganhei todos os sentidos.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Num percurso calmo e aparentemente tranquilo, as curvas sucedem-se e os buracos são em maior numero... desvio-me mas fugindo de um, caio noutro... Como muitas coisas na vida, os imprevistos marcam o caminho que levamos e a firmeza com que assentamos o pé... pequenas surpresas podem muitas vezes significar grandes alterações e grandes surpresas, subitas mudanças de direcção... Uma disposição indisposta a sorrir, um feitio que se proibe de sentir para se manter, uma janela que no seu abrupto fechar movimenta o ar que solta a nesga da porta...
Corro sorrindo do rumo que levo... orgulhoso e de costas direitas mostro o sorriso para quem quiser ver... quem não quiser ver... pode sempre olhar para outro lado! ;-)
Corro sorrindo do rumo que levo... orgulhoso e de costas direitas mostro o sorriso para quem quiser ver... quem não quiser ver... pode sempre olhar para outro lado! ;-)
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Como a poesia é um escape...
Que se prende nos dedos, que não se largue...
E em ler palavras diferentes nos apetece sentir...
Nos apetece escrever e nas mesmas palavras discorrer.
Mesmo quando o tempo teima em se apressar,
Há emoções que insistem em se mostrar.
Como em antecipação da viagem que nos separa,
Em que puxo fogo à cama que me abriga... e que me castiga...
Que se prende nos dedos, que não se largue...
E em ler palavras diferentes nos apetece sentir...
Nos apetece escrever e nas mesmas palavras discorrer.
Mesmo quando o tempo teima em se apressar,
Há emoções que insistem em se mostrar.
Como em antecipação da viagem que nos separa,
Em que puxo fogo à cama que me abriga... e que me castiga...
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Sinto necessidade, mas as palavras teimam em ficar...
E ficando, amargam-me a boca, fazem-me a voz rouca, tenho de as expulsar...
Coloco-me no foco da questão, como sempre, marcado pela emoção...
Neste pouco jeito de escrever, o que realmente quero, o que tenho para dizer.
Assim escorro nesta falta de nexo, nesta pesquisa de léxico, onde gosto de me perder...
Inequivocavelmente, sou pessoa pensante, sem voz sonante no meu mundo.
Não gosto de assim pensar, que no meu mundo pouco mando... mas será assim tão relevante mandar?
Este doce sabor de ir à deriva, num curso limpido e sem malicias...
Esta agradável sensação de poder cair da jangada e ter pé, conforta-me...
O calor que se vai propagando pelo corpo é trazido pelo beijo que o sol me presenteia e o equilibrio da jangada é apenas mantido por me acompanhares nesta deriva que nos transporta.
Não ouço nada que não sejam os passarinhos num trauteante chilrear, num assobio frenético de romance e o cheiro das flores enebria e alisa as águas que nos transportam suavemente.
Como uma fonte, cada gota que embate na jangada emite uma vibração, um som... tão relaxante... tão bom!
O sorriso continua a estar aqui estampado... neste curso que me sossega... não vislumbro quedas de água no meu caminho, nem rápidos que me agitem... senão os rápidos que aceleram meu coração ao te ver, apenas virando a cara no nosso "tanning process" privado... :-)
E ficando, amargam-me a boca, fazem-me a voz rouca, tenho de as expulsar...
Coloco-me no foco da questão, como sempre, marcado pela emoção...
Neste pouco jeito de escrever, o que realmente quero, o que tenho para dizer.
Assim escorro nesta falta de nexo, nesta pesquisa de léxico, onde gosto de me perder...
Inequivocavelmente, sou pessoa pensante, sem voz sonante no meu mundo.
Não gosto de assim pensar, que no meu mundo pouco mando... mas será assim tão relevante mandar?
Este doce sabor de ir à deriva, num curso limpido e sem malicias...
Esta agradável sensação de poder cair da jangada e ter pé, conforta-me...
O calor que se vai propagando pelo corpo é trazido pelo beijo que o sol me presenteia e o equilibrio da jangada é apenas mantido por me acompanhares nesta deriva que nos transporta.
Não ouço nada que não sejam os passarinhos num trauteante chilrear, num assobio frenético de romance e o cheiro das flores enebria e alisa as águas que nos transportam suavemente.
Como uma fonte, cada gota que embate na jangada emite uma vibração, um som... tão relaxante... tão bom!
O sorriso continua a estar aqui estampado... neste curso que me sossega... não vislumbro quedas de água no meu caminho, nem rápidos que me agitem... senão os rápidos que aceleram meu coração ao te ver, apenas virando a cara no nosso "tanning process" privado... :-)
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I feel the ropes of the ship tightening as the wind picks up... The boards crank and moan as if they had something to say, As the silence ar...
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Have I told you how much I love having you with me? Or how beautiful is the rain when it touches the sea? Could it perhaps be compared to a ...
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