Falling and looking,
Stones and dirt,
Water and soil...
No end to arrive...
In this loneliness of fall.
The spark in your eyes,
As I close mine...
They're fire in my furnace,
They are warmth to my soul...
The coal is bright and red,
It lights the woods,
As the moon normally does.
I wonder where your touch is....
Because I miss the happiness of us.
sábado, 19 de outubro de 2019
sexta-feira, 18 de outubro de 2019
O cheiro do enxofre,
Parece que adivinha o amanhã.
A forma da dor que se aproxima,
É representada pela figura a meu lado.
A alegria não é bem vinda,
Esconde-se nas vidas dos outros,
Mas de mim como grãos de areia...
Liberta-se pelos espaços onde não estou.
Mais um virar de página,
Um começo fresco mas frio...
Onde deixo as emoções no armário,
Onde uso arbitrariamente a lógica
E tudo o resto se torna secundário...
Parece que adivinha o amanhã.
A forma da dor que se aproxima,
É representada pela figura a meu lado.
A alegria não é bem vinda,
Esconde-se nas vidas dos outros,
Mas de mim como grãos de areia...
Liberta-se pelos espaços onde não estou.
Mais um virar de página,
Um começo fresco mas frio...
Onde deixo as emoções no armário,
Onde uso arbitrariamente a lógica
E tudo o resto se torna secundário...
domingo, 6 de outubro de 2019
A felicidade…
Como a exposição de luz para a fotografia…
Aquele momento efémero,
Que se não for capturado pela lente…
Dificilmente será um momento perfeito…
Mas se for, poderá ser glorificado…
E relembrado como o momento em que a luz foi perfeita,
Comparação que nos faz correr atrás,
Dessa desfeita…
Desse instante imortalizado,
Da plenitude que julgámos ter em tempos.
Hoje, não sendo feliz e colhendo a amargura deste coração,
Olho para a fotografia que parece de uma vida passada…
Em que a luz estava perfeita,
A felicidade era colheita.
Pelo nosso amor de viver.
Hoje que sou um trapo,
Algo que não identifico no espelho…
Onde procuro a solidão como jardim preferido,
E onde enterro os meus sonhos…
Sou consciente do que se espera de mim como indivíduo…
E vendo-me pária de todas essas expectativas,
Sou eu o anormal que depois dos 35 ainda não sou pai de família,
Que me recuso a trabalhar por valores injustos e defendo quem não consegue…
Mas sou eu anormal por ter abdicado daquela fotografia,
Tirada já com tantas parceiras que julguei serem as escolhidas…
Junto-as todas na prateleira da minha casa não como troféu,
Mas como forma de acreditar que este carvão que carrego ainda puxará fogo novamente…
E de vez em quando recordo a felicidade,
Algo que sempre será efémero...
Hoje sou nada,
Já fui pessoa melhor…
Apesar de tudo, nada é justificação.
Quem eu quis ser desde criança,
Nada tem a ver com quem sou…
Nada tem a ver com quem errou…
Mas a dor permanece,
A sensação deste pesar que se enterra no meu peito,
O vazio…
A falta de alegria quando olho para o pôr do sol,
A necessidade que me faz contemplar as suas cores…
E ainda assim ver apenas preto e branco.
Sou triste invólucro com mais triste âmago…
Que sem vontade se deixa levar nos objetivos alheios,
E esconde-se noutros desejos sombrios e feios…
quarta-feira, 2 de outubro de 2019
Por vezes apetece jogar a toalha ao chão,
Levantar as cordas, sair do ringue e fugir...
Com lágrimas a cair e ninguém para este coração,
Que mais me resta ainda sentir?
Já percebi o que é errar...
E consequência é palavra forte das acções...
Já tentei muitas vezes amar...
Já não confio em emoções.
Não é amor que hoje procuro,
É algo mais forte que o amor é algo que me prenda à vida...
Começo a compreender as acções dos que nunca percebi,
Agora quero é sentir de alguma forma a paz a tomar conta de mim e para isso só é necessário acabar com o caos e com a desordem que vai nesta alma e neste peito mas nem isso eu sei se vou conseguir fazer... não quero acabar com nada sem ser a minha sensação de desconforto onde quer que esteja sem ser dentro de água....
Levantar as cordas, sair do ringue e fugir...
Com lágrimas a cair e ninguém para este coração,
Que mais me resta ainda sentir?
Já percebi o que é errar...
E consequência é palavra forte das acções...
Já tentei muitas vezes amar...
Já não confio em emoções.
Não é amor que hoje procuro,
É algo mais forte que o amor é algo que me prenda à vida...
Começo a compreender as acções dos que nunca percebi,
Agora quero é sentir de alguma forma a paz a tomar conta de mim e para isso só é necessário acabar com o caos e com a desordem que vai nesta alma e neste peito mas nem isso eu sei se vou conseguir fazer... não quero acabar com nada sem ser a minha sensação de desconforto onde quer que esteja sem ser dentro de água....
E cada vez mais me agarro a algo que nunca tive...
Um vislumbre do que em tempos julguei ser felicidade...
O sangue continua a correr nestas veias,
O mundo continua a rodar,
E se por ventura a minha vida acabar,
Este sangue deixar de correr,
Será que sou eu que estou a morrer
A vida a acabar ou o mundo a desvanecer?
Por vezes anseio esse descobrir do que vem,
Para acabar o sofrimento que dizem só existir em vida...
Outras vezes acordo bem,
Até me lembrar o quanto a vida é fodida.
Um vislumbre do que em tempos julguei ser felicidade...
O sangue continua a correr nestas veias,
O mundo continua a rodar,
E se por ventura a minha vida acabar,
Este sangue deixar de correr,
Será que sou eu que estou a morrer
A vida a acabar ou o mundo a desvanecer?
Por vezes anseio esse descobrir do que vem,
Para acabar o sofrimento que dizem só existir em vida...
Outras vezes acordo bem,
Até me lembrar o quanto a vida é fodida.
I have friends and I really love them... their absence is something I cannot cope with as well as I should... and life keeps teaching me about its conditions and how stability is something that can really be shaken or broken in a glimpse of the eye... everyday more I feel different, I feel weird... I feel falling into this hole that resembles an abyss, a never-ending fall into the depths of my soul and the darkness of my spirit, for when I cease to believe in the good things in life, then life's conditions have changed me and I crave for that change so the whole heart could be painted black as well as my soul....
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