Dizem que é necessário...
Mas eu digo que é apenas a causa da maior doença do mundo...
Pouco a pouco, retira-nos pedaços e deixa-nos ao sabor do vento...
Todos nós corremos atrás, mas para quê...?
Quanto mais perto estamos... mais tropeçamos...
E tentamos, tentamos e tentamos...
Que mais podemos fazer senão tentar...?
Poupar e tentar, com esforço fazer uns trocos...
Mas sabemos tão bem que o esforço aqui não rende...
Que temos o sol e o mar e não somos contentes.
Que temos familia e amigos, mas somos ausentes...
...
Não é o meu caso...
Mas conheço algumas pessoas que o fazem...
Acumulam dois e tres empregos para conseguirem dar aos filhos qualidade...
Qualidade de educação, qualidade de tempo e materiais...
O discurso não podia ser muito diferente do ultimo ano...
Afinal de contas estamos em Janeiro e nem sei se chego a Fevereiro...
Seguramente que com dinheiro no bolso não chegarei...
Mas também hoje em dia já não ligo a isso...
Se ligar não vou poder ajudar os meus a olhar para cima de queixo levantado...
E se desesperar e deprimir eu também... quem restará para nos alegrar...?
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Já não as sentes?
Furiosamente colidem contra a tua cara...
E acumulam-se no teu queixo,
Antes de se precipitarem contra o chão.
Não ignores que elas continuam a vir...
Mesmo despreocupada, sente-as!
Não descures as sensações e abraça-as...
De que interessa se te molhas...?
Logo te secas...
Tens tempo para ficar debaixo das mantas...
Para te resguardares do frio e te agarrares com força...
Mas hoje, hoje sente... deixa o receio e esquece o medo...
Deixa que os arrepios te relembrem que vives,
E preocupa-te com a roupa só quando chegares a casa...
Hoje, dá o salto que sempre desejaste...
E pula, salta e ri...
A tua vida é hoje!
Amanhã... talvez já não seja tão bom e despreocupada...
Furiosamente colidem contra a tua cara...
E acumulam-se no teu queixo,
Antes de se precipitarem contra o chão.
Não ignores que elas continuam a vir...
Mesmo despreocupada, sente-as!
Não descures as sensações e abraça-as...
De que interessa se te molhas...?
Logo te secas...
Tens tempo para ficar debaixo das mantas...
Para te resguardares do frio e te agarrares com força...
Mas hoje, hoje sente... deixa o receio e esquece o medo...
Deixa que os arrepios te relembrem que vives,
E preocupa-te com a roupa só quando chegares a casa...
Hoje, dá o salto que sempre desejaste...
E pula, salta e ri...
A tua vida é hoje!
Amanhã... talvez já não seja tão bom e despreocupada...
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Sunset
Naquele instante em que o sol se esconde no mar...
Agarrei-te com maior fervor, num abraço interminável...
Acho que nunca soube o que seria amar...
Mas sei agora que uma vida sem ti seria insuportável...
Não obstante a riqueza da vida e que a natureza tem...
Como poderia eu apreciar fosse o que fosse em pleno,
Se nem imaginar minha vida consigo, contigo sem...
Deixarei a beleza do mundo entrar, apalpando seu terreno.
O sol escondeu-se, mas sinto o seu calor ainda...
Ele escondeu-se sim, mas no meu peito para ti...
Como ambicionei este momento da sua vinda,
Como ambicionei poder oferece-lo assim...
Como tudo o que tenho,
Tudo te quero dar...
Não quero que penses que o desdenho,
Nem sequer é meu para to dar...
Mas assim como o céu e a lua,
São os padrinhos dos amantes...
Exponho a verdade nua...
E encorajo os infantes...
Se é amor que sentem...
Como saberão se é verdade?
Por muito que inventem...
Tenham atenção e cuidado.
Pois o amor é um caminho traiçoeiro...
E na sua busca muitas almas se perderam...
Não precisa de ser o seu primeiro...
Mas o que é certo de ser o amor, não é de todo certeiro...
Pois por tanto querermos amar,
Que nos engana-mos a nós próprios em acreditar...
Mas não percam a esperança nesse sentimento,
Pois quando ele chegar os outros vai ofuscar...
Essa fundação será forte e rija como cimento...
Nela vais construir tudo o que queres criar.
Se já tens pilares para assentar numa base por levantar...
Não penses que é obstáculo, pois se é verdadeiro o amor, nada o vai parar!
Agarrei-te com maior fervor, num abraço interminável...
Acho que nunca soube o que seria amar...
Mas sei agora que uma vida sem ti seria insuportável...
Não obstante a riqueza da vida e que a natureza tem...
Como poderia eu apreciar fosse o que fosse em pleno,
Se nem imaginar minha vida consigo, contigo sem...
Deixarei a beleza do mundo entrar, apalpando seu terreno.
O sol escondeu-se, mas sinto o seu calor ainda...
Ele escondeu-se sim, mas no meu peito para ti...
Como ambicionei este momento da sua vinda,
Como ambicionei poder oferece-lo assim...
Como tudo o que tenho,
Tudo te quero dar...
Não quero que penses que o desdenho,
Nem sequer é meu para to dar...
Mas assim como o céu e a lua,
São os padrinhos dos amantes...
Exponho a verdade nua...
E encorajo os infantes...
Se é amor que sentem...
Como saberão se é verdade?
Por muito que inventem...
Tenham atenção e cuidado.
Pois o amor é um caminho traiçoeiro...
E na sua busca muitas almas se perderam...
Não precisa de ser o seu primeiro...
Mas o que é certo de ser o amor, não é de todo certeiro...
Pois por tanto querermos amar,
Que nos engana-mos a nós próprios em acreditar...
Mas não percam a esperança nesse sentimento,
Pois quando ele chegar os outros vai ofuscar...
Essa fundação será forte e rija como cimento...
Nela vais construir tudo o que queres criar.
Se já tens pilares para assentar numa base por levantar...
Não penses que é obstáculo, pois se é verdadeiro o amor, nada o vai parar!
sábado, 10 de janeiro de 2015
sábado, 13 de dezembro de 2014
Os sonhos pararam...
Mas justificadamente...
A almofada apesar de debaixo da cabeça,
É sentida como um bloco de cimento em cima.
Os picos que estão nos lençóis,
Perfuram o pijama, incomodam na cama...
O som...
Esse infiltra-se nas frestas da janela,
E irrompe em vibrações intrusivas dentro da minha cabeça.
Os pensamentos acumulam-se...
Em tudo menos no que era suposto...
Queria conseguir vazar e limpar seu conteudo,
De maneira a me perder no nada.
Mas cada vez que tento limpar os pensamentos...
A tua face surpreende-me e retira o peso das pálpebras.
Já passou tanto tempo,
Desde que me apeteceu aqui ficar deitado...
Já passou tanto tempo,
Que quase me esqueci que apenas me deitei para te ter ao meu lado...
E isso é o que diferencia o dia de hoje e a noite passada...
Não sinto teu calor, mas sinto o teu amor ao nascer da alvorada...
São apenas algumas horas seguidas que nos retiram...
Em situações, opções, que a vida nos proporcionam...
Tão bom que é deixar de procurar,
Alguém que coloca penas na almofada,
Ou que te cante para adormecer...
Alguém que num abraço te limpa dos picos incómodos dos lençóis,
E que num beijo te clareia a cabeça e acaba com tudo o resto...
Mas justificadamente...
A almofada apesar de debaixo da cabeça,
É sentida como um bloco de cimento em cima.
Os picos que estão nos lençóis,
Perfuram o pijama, incomodam na cama...
O som...
Esse infiltra-se nas frestas da janela,
E irrompe em vibrações intrusivas dentro da minha cabeça.
Os pensamentos acumulam-se...
Em tudo menos no que era suposto...
Queria conseguir vazar e limpar seu conteudo,
De maneira a me perder no nada.
Mas cada vez que tento limpar os pensamentos...
A tua face surpreende-me e retira o peso das pálpebras.
Já passou tanto tempo,
Desde que me apeteceu aqui ficar deitado...
Já passou tanto tempo,
Que quase me esqueci que apenas me deitei para te ter ao meu lado...
E isso é o que diferencia o dia de hoje e a noite passada...
Não sinto teu calor, mas sinto o teu amor ao nascer da alvorada...
São apenas algumas horas seguidas que nos retiram...
Em situações, opções, que a vida nos proporcionam...
Tão bom que é deixar de procurar,
Alguém que coloca penas na almofada,
Ou que te cante para adormecer...
Alguém que num abraço te limpa dos picos incómodos dos lençóis,
E que num beijo te clareia a cabeça e acaba com tudo o resto...
sábado, 6 de dezembro de 2014
06Dec14
Estranho como as coisas são...
Quando o tempo nada deixa inalterado.
E em assuntos que envolvem emoção...
Aprendemos que nada é passado.
As palavras continuam a avultar-se,
A tentar explicar o que se sente.
Mas mais depressa se sente o grito a soltar-se...
Do que se muda esta gente.
Preciso da conversa sincera,
Não destes temas descartáveis...
E responder à minha vontade que impera,
Em tertúlia de amigos improváveis.
Continuo a aprender nesta corrida,
Da procura e conhecimento interior...
Vai levar toda a minha vida,
Este desejo de ser melhor.
Não tenho desejo de ser superior,
Ou de atingir o Nirvana...
Mas procuro o meu melhor interior,
Que o encontro contigo... ___
...
É claro que não há balança,
Que não leve o seu contra peso...
Mas fica sempre a esperança,
De poder permanecer indefeso.
E como não há noite sem dia,
Nem ondas sem mar...
É contigo que desejo e queria,
Passar o resto da vida a conversar e amar... :-)
Quando o tempo nada deixa inalterado.
E em assuntos que envolvem emoção...
Aprendemos que nada é passado.
As palavras continuam a avultar-se,
A tentar explicar o que se sente.
Mas mais depressa se sente o grito a soltar-se...
Do que se muda esta gente.
Preciso da conversa sincera,
Não destes temas descartáveis...
E responder à minha vontade que impera,
Em tertúlia de amigos improváveis.
Continuo a aprender nesta corrida,
Da procura e conhecimento interior...
Vai levar toda a minha vida,
Este desejo de ser melhor.
Não tenho desejo de ser superior,
Ou de atingir o Nirvana...
Mas procuro o meu melhor interior,
Que o encontro contigo... ___
...
É claro que não há balança,
Que não leve o seu contra peso...
Mas fica sempre a esperança,
De poder permanecer indefeso.
E como não há noite sem dia,
Nem ondas sem mar...
É contigo que desejo e queria,
Passar o resto da vida a conversar e amar... :-)
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Como é bom abrir os olhos neste dia...
Sentir que o calor que foge se aninha aqui...
E que o vento que assopra e arrepia,
Apenas me faz recordar mais de ti.
Hoje é o dia que chegas...
Que recolho o teu calor,
Ambiciono teu cheiro que impregnas...
E quero beijar-te com fervor.
Ansioso, mantenho o olhar no telemóvel...
À espera que me peças ajuda para subir e trazer teus pertences.
Os segundos passam a minutos e permaneço imóvel...
E nesta batalha de espera me vences.
Teu toque levanta arrepio,
E teu beijo aumenta a temperatura...
Assim sabes que não me causas frio,
Nesta união natural e pura.
Sentir que o calor que foge se aninha aqui...
E que o vento que assopra e arrepia,
Apenas me faz recordar mais de ti.
Hoje é o dia que chegas...
Que recolho o teu calor,
Ambiciono teu cheiro que impregnas...
E quero beijar-te com fervor.
Ansioso, mantenho o olhar no telemóvel...
À espera que me peças ajuda para subir e trazer teus pertences.
Os segundos passam a minutos e permaneço imóvel...
E nesta batalha de espera me vences.
Teu toque levanta arrepio,
E teu beijo aumenta a temperatura...
Assim sabes que não me causas frio,
Nesta união natural e pura.
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